O que decide o que é a verdade: narrativa pessoal ou a palavra de Deus?

Muitas faculdades e instituições cristãs – sim, os próprios cristãos – estão em uma encruzilhada hoje em dia. Eles podem optar por ceder à intensa pressão cultural e abraçar a ideologia LGBT às custas da verdade bíblica e da obediência a Deus e à sua Palavra, ou podem optar por permanecer firmes, acreditando na Palavra de Deus em vez do crescente clamor cultural e o desmoronamento da narrativa pessoal que os estimula a serem “inclusivos”, “amorosos” e “tolerantes” ao que a Bíblia claramente diz serem práticas e estilos de vida pecaminosos.

A Palavra de Deus nos orienta sobre como pensar em um tempo como este – o que faremos? Essas instituições fariam bem em ponderar este verso: “Devemos obedecer a Deus e não aos homens“.

A Palavra de Deus é clara nas questões de comportamento homossexual e questões de transgénero (Gênesis 1:27; 2:24, Romanos 1: 26-28, 1 Coríntios 6: 9-10). A questão nunca foi sobre a Palavra de Deus ser “confusa”. Os cristãos ao longo dos tempos, e a nação de Israel antes deles, sabiam qual era a visão de Deus sobre a sexualidade. Foi apenas nos últimos anos em que a cultura fez tudo o que podia para insistir que todos tolerem e adotem a ideologia LGBT, que os cristãos começaram a questionar a clareza da Palavra de Deus sobre esta questão.

E o que eles têm usado para minar a Palavra de Deus sobre esse assunto? A mesma tática que o diabo usou com Eva! “Deus realmente disse isso?” (Gênesis 3: 1). Eles questionam a clareza da Palavra de Deus e tentam insistir que cada passagem que aborda essa questão significa algo que realmente não significa, com base na narrativa pessoal. Eles contam histórias de cristãos professos que se identificam como LGBT, destacando suas lutas com cristãos que não abraçam e celebram seu estilo de vida rebelde e pecaminoso, retratando-o como discriminação (como Isaías 5:20 e Romanos 1:32 apontam). Essas histórias supostamente substituem a verdade bíblica e, infelizmente, estão a funcionar.

Não é de surpreender que isso esteja a acontecer, considerando que a maioria das faculdades cristãs disse aos alunos que não precisam considerar o Gênesis tal como está escrito e podem reinterpretá-lo com base na crença dominante na cultura – evolução e milhões de anos. Não é de admirar que os estudantes não tenham problemas em reinterpretar passagens que tratem de sexo, casamento e homossexualidade.

Muitos cristãos – especialmente aqueles das gerações Milenar e Z (hoje, com 20 e poucos anos de idade) estão rejeitando a verdade bíblica e adotando esse falso ensino. Em parte, porque eles não sabem o que a Palavra de Deus ensina, não foram ensinados a pensar biblicamente ou fundacionalmente (começando com a Palavra de Deus como base), e em parte porque estão cada vez mais persuadidos, não pela Palavra de Deus, mas pela narrativa pessoal.

Não que a narrativa pessoal não tenha valor. As histórias de outras pessoas podem ser úteis para entender como devemos reagir, garantindo que não prejudiquemos nosso testemunho do evangelho por meio de nossa abordagem (que deve ser sempre com gentileza e respeito. Ver 1 Pedro 3:15). Mas ela não é a palavra final. A Palavra de Deus é. É a palavra autoritária do nosso Criador e nada – nem mesmo histórias destinadas a puxar pelo coração – tem precedência sobre a verdade da Palavra de Deus.

Exorto as faculdades cristãs, instituições cristãs, igrejas e indivíduos a permanecerem firmes na Palavra de Deus, mesmo quando a cultura está determinada a lutar até que não haja mais oposição à revolução sexual. Como o profeta Isaías nos lembra:

Seca-se a erva, e cai a flor,

     porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente

A verdade encontrada na Palavra de Deus sobreviverá à revolução sexual (e homossexual e transexual). E, eventualmente, todos aqueles que ostentaram sua rebelião em face de seu Criador irão curvar o joelho e reconhecê-Lo como Senhor (Filipenses 2: 10-11). Até esse dia, nós, como crentes, devemos permanecer firmes, nos apegando à verdade que conhecemos da Palavra de Deus, ao nos empenharmos, com compaixão e sinceridade, nessa cultura, com o evangelho de Jesus Cristo.

 

Artigo original por Ken Ham em: https://answersingenesis.org/culture/what-decides-truth-personal-narrative-gods-word/

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Site no WordPress.com.

EM CIMA ↑

%d bloggers like this: